Desenvolvimento científico que gera orgulho


Hospital Unimed-Rio se destaca no 36º Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio de Janeiro (Socerj) e no XVI Fórum Internacional de Sepse

O trabalho acadêmico - que promove impactos diretos na otimização dos processos e na operação da unidade - ganha cada vez mais força no Hospital Unimed-Rio. Prova disso foram as presenças de destaque em dois importantes eventos científicos recentes: o 36º Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio de Janeiro (Socerj) e o XVI Fórum Internacional de Sepse. As participações contaram com o apoio do Instituto Unimed-Rio.

No primeiro evento, realizado de 8 a 10 de maio e com mais de 2.000 participantes, o Hospital Unimed-Rio apresentou nada menos que sete trabalhos relacionados a relatos de casos; seis deles de autoria dos residentes da unidade: “Os relatos mostraram o grau de complexidade de atendimento que o nosso hospital tem em cardiologia e a capacidade de resolver situações complexas. Para os residentes, a participação em um congresso como este é muito importante para complementar a formação que estão tendo conosco e para o contato com outros profissionais e realidades hospitalares distintas”, avaliou Pedro Spinetti, supervisor do Programa de Residência Médica em Cardiologia do Hospital Unimed-Rio e integrante da Comissão Organizadora do congresso.

(1) "Cardiopatia congênita no adulto: paciente com ventrículo único" e (2) "Infarto Miocárdico em paciente jovem sem fatores de risco" (Daniela da Souza Vilela); (3) "Complicação após Cirurgia Bentall de Bono em paciente com Síndrome de Marfan", (4) "Síndrome de Takotsubo em paciente com Chikungunya" e (5) "Miocardite em paciente com origem anômala de Coronária Direita" (Fernanda Albano Monzo Gonzaga); (6) "Úlcera de aorta torácica provocando infarto esplênico" (Paula Barreto Dias de Araújo) foram os trabalhos com autoria dos residentes. Já o estudo "Artéria coronária direita de origem anômala" teve como autora a coordenadora do Protocolo de Tromboembolismo Venoso do hospital, Cristiane Perlingeiro Cormack.

Entre os membros do staff da unidade, também participaram do evento como palestrantes e integrantes de mesas os especialistas Marco Antônio de Mattos, Sergio Bronchtein, Marcelo Souza Hadlich, Daniel Consendey Ganimi, Maila Seifert Macedo Silva e César Rocha Medeiros. O residente Bernardo Mendes ainda fez apresentação oral de um relato de caso, e o hospital marcou presença no “Desafio dos Residentes” durante o congresso.

Protocolo e processos elogiados

No XVI Fórum Internacional de Sepse, que aconteceu nos dias 9 e 10/5, a sensação dos participantes do Hospital Unimed-Rio também foi de que a unidade vem trilhando um caminho de sucesso, sobretudo no que diz respeito aos processos para o controle da sepse.

“Na comparação com outros hospitais, foi possível ver o quanto estamos evoluídos e maduros na aplicação e monitoramento do protocolo de sepse. Muitas unidades estão começando agora a estruturar esse processo que iniciamos em 2016 e nos levou à obtenção em 2017 e à manutenção em 2018 do Certificado de Distinção na Identificação e Tratamento da Sepse”, comentou Luiz Fernando Simvoulidis, responsável pela implementação do protocolo de sepse no Hospital Unimed-Rio.

A unidade apresentou quatro trabalhos: “Implementação de Escritório e Gerenciamento de Protocolo Informatizado de Sepse”; “Ferramenta Informatizada para Detecção Precoce da Sepse nas Unidades de Internação”; “Sucesso na Implementação de um Pacote de Medidas para Redução de Infecção por Corrente Sanguínea Associada a Cateter Venoso Central em uma Unidade de Terapia Intensiva com Elevada Prevalência”; e Avaliação do Desfecho Clínico em Pacientes muito Idosos (acima de 80 anos) com Choque Séptico em um Hospital de Alta Complexidade no Rio de Janeiro”, todos muito bem avaliados por uma banca formada por grandes especialistas do Rio e de São Paulo.

O Protocolo de Sepse do Hospital Unimed-Rio, por sua vez, foi bastante elogiado pelo desempenho do prontuário eletrônico nos registros e reavaliações dos dados, assim como na geração de alertas para detecção de pacientes com sepse. Os números referentes aos principais indicadores assistenciais na fase inicial da sepse, apresentados pela unidade, também ganharam destaque dos espectadores.

Enquanto representante da TI do hospital, participou do evento Rosane Cardoso, além da enfermeira Juliana Antunes (que atua diretamente no Protocolo de Sepse) e da médica coordenadora da Comissão Controle de Infecção Hospitalar (CCIH), Claudia Espanha.